Segundo Valdomiro, os bandidos abordaram o veículo enquanto o semáforo estava fechado. "Foi tudo muito rápido. O garupeiro bateu no vidro, mostrou a arma e pediu o celular do meu motorista e o meu. Depois disso, bateu novamente no vidro pedindo mais coisas, mas, por sorte, o sinal abriu e nós fomos embora", disse.
Assaltado pela primeira vez, o presidente do TCE disse sentir um misto de revolta e surpresa com nível de violência que Fortaleza atingiu. "Na hora, a gente fica com aquela revolta, mas depois dá aquela sensação de impotência, de você não poder andar na rua com aquilo que é seu. Além disso, eu estava no carro do Tribunal, de placa preta e, mesmo assim, eles me assaltaram. Não que eu queira ser mais do que alguém, mas os carros oficiais geralmente andam escoltados pela polícia ou algum tipo de segurança e nem isso eles respeitam mais. Eles afrontam qualquer um", desabafou.
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