terça-feira, 13 de junho de 2017

Quadra chuvosa no Ceará fica dentro da média histórica, mas abastecimento continua ameaçado

Encerrada no último dia 31, a quadra chuvosa de 2017 no Ceará registrou precipitação em torno da média histórica, com desvio percentual de -7,7% em relação à normal climatológica (1981-2010). A avaliação do quadrimestre de fevereiro a maio foi divulgada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), na manhã desta terça-feira (13).

Regiões mais afetadas

A região do Cariri foi mais afetada ao longo do quadrimestre chuvoso, com desvio percentual de -23,2%. A sequência traz: Sertão Central e Inhamuns (-20,4%), Jaguaribana (-15,5%), Ibiapaba (-6,2%), Litoral Norte (4,3%), Litoral de Pecém (6,0%), Maciço de Baturité (8,7%) e Litoral de Fortaleza (14,2%). As macrorregiões Ibiapaba, Litoral Norte, Litoral do Pecém, Litoral de Fortaleza, Maciço de Baturité e Jaguaribana ficaram com o acumulado em torno de suas médias históricas, enquanto as macrorregiões Sertão Central e Inhamuns e Cariri, situadas entre o Centro-Sul do Estado, apresentaram chuvas abaixo da média.

Próximo ano

De acordo com a Funceme, o ano de 2017 deve seguir sem grandes expectativas de precipitações extremas que possam gerar grande impacto sobre a crise hídrica no Estado. Quanto a perspectivas para 2018, a instituição garante que ainda é preciso esperar.

Funceme
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