Segundo a esposa, na última segunda-feira (6), José Gonçalves foi ao encontro de um corretor de imóveis e de um dos herdeiros da casa que pretendia comprar. O guarda municipal levava a quantia de R$ 120 mil em dinheiro, que seria usada para dar entrada no imóvel.
O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que ainda não confirmou a relação entre a morte do agente e a compra da residência. De acordo com a Perícia Forense, o corpo se encontrava em avançado estado de decomposição, o que dificultou a identificação da causa da morte.
DN Online
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