O presidente voltou a criticar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo ele, o procurador escolheu a quem investigar. Lembrou que Janot não abriu inquérito contra o senador Delcídio Amaral (PT-MS). Cunha também disse que a motivação política será debatida com o tempo.
Em relação à crise atual, ressaltou que será preciso fazer algum ajuste. Reconheceu que existe uma crise política que gerou uma crise econômica. Nesse sentido, criticou a forma como o ajuste fiscal foi proposto. Cunha iniciou o discurso dando satisfação sobre a inclusão do seu nome na Operação Lava Jato e disse que a investigação envergonha a todos nós.
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