
Nos primeiros seis meses deste ano, o trânsito fez, dentre mortos e
feridos, 7.820 vítimas somente no Ceará. Mesmo com fiscalizações e leis
de tolerância zero com motoristas imprudentes, a violência nas estradas e
nas vias de tráfego urbanas, sozinha, tornou-se mais fatal que todos os
tipos de cânceres juntos. O impacto dos números, no entanto, não se dá
apenas na vida dos que foram marcados pelos episódios. Enquanto a
população é vítima do trânsito, órgãos públicos carregam o ônus dos
gastos cada vez maiores em socorro e assistência social aos injuriados.
A
sobrecarga financeira dos acidentes ao volante recai, principalmente,
sobre a saúde. Segundo Osmar Aguiar, diretor médico do Instituto Dr José
Frota (IJF), as despesas com ocorrência no trânsito têm crescido de
forma significativa nos últimos anos, em parte porque a quantidade de
registros aumentou em relação ao ano passado. Entre janeiro e julho de
2012, houve 13.165 acidentes, 81 a menos que em 2013. Mas o fator
agravante é que os casos estão ficando mais complexos.
DN Online
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