Uma lista de presença de uma faculdade em Belo Horizonte confirma que Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, estava na aula no dia 10 de junho, data considerada pela Polícia Civil como a da morte de Eliza Samudio. Segundo o documento, Bola, que é um dos acusados do desaparecimento da ex-namorada de Bruno, ficou na faculdade das 18h20 até às 20h30 desse dia.
A informação da escola confirma a versão dada por Bola durante interrogatório nesta sexta-feira (12). Em juízo, ele falou que, na noite em que Eliza teria sido morta, estava na faculdade, que fica na região da Pampulha, na capital mineira.
A informação da escola confirma a versão dada por Bola durante interrogatório nesta sexta-feira (12). Em juízo, ele falou que, na noite em que Eliza teria sido morta, estava na faculdade, que fica na região da Pampulha, na capital mineira.
Só que no mesmo dia 10 de junho, o ex-policial recebeu às 19h31 uma ligação de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, como mostra uma quebra de sigilo telefônico autorizada pela Justiça. Depois da aula, houve vários outros telefonemas, o último, às 22h35. Nesta sexta-feira (12), Bola afirmou que não conhecia Macarrão, o melhor amigo do goleiro Bruno e também réu no processo.
Para Polícia Civil, conforme consta no inquérito entregue à Justiça, as ligações foram feitas no dia em que Macarrão e um adolescente apreendido por envolvimento no susposto crime levaram Eliza para Bola executá-la.
Bola e outros oito acusados do desaparecimento e morte de Eliza foram interrogados nesta semana no Fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
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