- O objetivo é fazer um reexame de todos os processos que estão pendentes - disse o coordenador do mutirão e juiz auxiliar da presidência do CNJ, Erivaldo Ribeiro Santos.
- Com essa medida, avançamos para a revisão total das prisões em todas as instâncias do Judiciário - afirmou o ministro Gilmar Mendes, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Desde o início do mês, as prisões do estado estão sendo inspecionadas com o mesmo objetivo.
O CNJ já promoveu mutirões carcerários em 12 estados, onde foi analisada a situação de 28 mil presos. Desses, 4,8 mil foram libertados, porque estavam encarcerados indevidamente. Os motivos são muitos: penas que já foram cumpridas, direito à progressão de regime desrespeitado e detenção por tempo indeterminado, sem ao menos ter havido condenação judicial.
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