Ansioso para assumir uma vaguinha no Poder Legislativo, o suplente de vereador Aroldo de Azeredo (PSB), do município de Itiúba (BA), retomou esta semana uma greve de fome nas dependências do Congresso Nacional para defender a votação da chamada PEC (proposta de emenda constitucional) dos Vereadores. Apesar do esvaziamento do Congresso provocado pelo feriadão de Corpus Christi, o suplente disse estar disposto a permanecer em greve de fome até a semana que vem - quando o plenário do Senado pode colocar a matéria em votação.
Os suplentes defendem a aprovação da PEC na expectativa de assumirem cadeiras nas Câmaras de Vereadores de diversos municípios. A Câmara dos Deputados se comprometeu em promulgar outra proposta - que aumenta o número de vereadores no país - caso a PEC seja votada pelo Senado. Se a matéria for aprovada, Azeredo espera assumir o mandato.
"Não vou recuar, manterei a greve de forma até que os senadores aprovem a PEC em plenário", afirmou o suplente. Abatido pela greve de fome, Azeredo disse que vai manter o protesto mesmo com os corredores vazios do Congresso no feriadão. Raríssimos parlamentares puderam ser avistados na sede do Legislativo ontem, apesar de ser um dia útil para as atividades legislativas.
Os suplentes defendem a aprovação da PEC na expectativa de assumirem cadeiras nas Câmaras de Vereadores de diversos municípios. A Câmara dos Deputados se comprometeu em promulgar outra proposta - que aumenta o número de vereadores no país - caso a PEC seja votada pelo Senado. Se a matéria for aprovada, Azeredo espera assumir o mandato.
"Não vou recuar, manterei a greve de forma até que os senadores aprovem a PEC em plenário", afirmou o suplente. Abatido pela greve de fome, Azeredo disse que vai manter o protesto mesmo com os corredores vazios do Congresso no feriadão. Raríssimos parlamentares puderam ser avistados na sede do Legislativo ontem, apesar de ser um dia útil para as atividades legislativas.
Um comentário:
"...Há municípios por esse Brasil afora, que simplesmente o vereador não faz exclusivamente nada, a não ser se deslocar uma vez por semana para ficar batendo papo na sessão legislativa, já que os projetos e aprovações são de cartas marcadas, ou seja, o prefeito mandou, aprovou. Uma vergonha!" ---> Com certeza está falando de Acopiara e de Iguatu onde os vereadores já vão para encenar um teatrinho e aprovar tudo que Antonio Almeida e Agenor Neto mandarem! O trecho que se encaixa mais nos dois municipios é este que eu dou destaque: "já que os projetos e aprovações são de cartas marcadas, ou seja, o prefeito mandou, aprovou. Uma vergonha!"
PERFEITA A OPINIÃO REPRODUZIDA PELO BLOG IRMÃO IGUATUNOTICIAS!
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