O forró como ritmo musical e a sanfona fazem parte da cultura nordestina. Nesta época do ano, as festas juninas invadem as cidades do Interior. Festivais de quadrilhas, muito arrasta-pé, música e alegria dão o tom das noitadas sertanejas. Os tocadores de sanfona ficam com as agendas lotadas. Mesmo em tempo de expansão do forró eletrônico, do surgimento de dezenas de bandas com suas músicas muitas vezes de gosto duvidoso, o tradicional sanfoneiro e o forró pé-de-serra têm espaço reservado.Cantar as belezas do sertão, o amor, a natureza, animar as festas e manter o ritmo tradicional são compromissos dos sanfoneiros pé-de-serra. E é isso que faz, há 52 anos, Zé de Manu. Nascido no Sítio Varzinha, zona rural de Cedro, na região Centro-Sul do Ceará, há 69 anos, José Tomás Sobrinho, ganhou o apelido do pai, agricultor, Manoel Tomás de Aquino, conhecido por Manu.
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