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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

OAB e deputado Audic Mota denunciam e repudiam agressão em Icó (CE)

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Ceará, manifestou, por meio de nota, indignação diante das agressões físicas e morais sofridas pelos servidores, professores e professoras do ensino público do município de Icó, na região Centro-Sul do Ceará, na segunda-feira (19/02) e quinta-feira (22/02), em frente a Câmara dos Vereadores.

Os servidores foram vítimas do policial militar e atual Secretário de Segurança Pública e Trânsito do município, sargento da Polícia Militar, Geílson Pereira Lima.

A OAB exige que as autoridades investiguem as denúncias das agressões, a fim de apurar os crimes praticados por este agente público – que disparou tiros de bala de borracha e jato de spray de pimenta. “Entendemos que a prática da violência e da intolerância por agentes públicos vem atentar contra o direito de liberdade de expressão, de ir e vir, sendo que esse direito é uma garantia constitucional”, frisou Marcelo Mota, presidente da OAB, Ceará.

Advogados foram agredidos

A Comissão Estadual repudia, ainda, as agressões sofridas pela Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/CE, seccional de Iguatu, Dra. Maria de Fátima Silva, assim como os colegas advogados Dr. Hudá Pereira Brasil e Gilberto Barbosa, este último agredido na calçada de sua casa e na frente dos familiares.

Deputado Audic Mota

Na Tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Audic Mota denunciou as agressões sob a iniciativa do sargento Geílson Lima e pediu providências ao governo do Estado, secretaria de Segurança Pública na apuração dos fatos.

O parlamentar classificou a ação do militar como covarde e desproporcional e lamentou as agressões sofridas por professoras, servidores, advogados e até pelo promotor de Justiça de Cedro, Dr. Leydomar Pereira, que acompanhava o ato pacífico dos docentes.

A manifestação ocorria contra medida encaminhada pela prefeita Laís Nunes que foi aprovada e reduz em 50% carga horária e salário de 362 professores.

DN Centro Sul
jornalista Honório Barbosa

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