Leonardo foi socorrido pelos próprios policiais e levado ao Hospital São Lucas, mas não resistiu aos ferimentos.
Conflito de Versões:
Família Contesta Abordagem:
A mãe de Leonardo alega que os policiais invadiram a casa sem mandado judicial. Segundo seu relato, o filho teria sido agredido durante o questionamento sobre uma arma de fogo. Ela afirma ter sido retirada do imóvel e, ao retornar, encontrou Leonardo já ferido após ouvir um disparo.
Versão Oficial da Polícia Militar:
A PM, por sua vez, sustenta que a ação foi motivada por denúncias de que Leonardo estaria armado e teria exibido a arma em dias anteriores. A polícia afirma que a entrada na residência foi autorizada. Durante a abordagem, Leonardo teria confirmado a posse de uma arma, mas se recusou a entregá-la. Ele então teria sacado um revólver calibre .38, escondido sob a cama, e disparado contra a equipe, atingindo a parede. Os agentes reagiram com um único tiro.
Após o incidente, um revólver calibre .38 foi apreendido no local, contendo um cartucho deflagrado e dois intactos. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Crateús, onde os policiais envolvidos e a mãe da vítima prestaram depoimento.
O corpo de Leonardo Gonzaga Vasconcelos foi encaminhado ao Núcleo da Perícia Forense para exames cadavéricos que deverão auxiliar na elucidação das circunstâncias da morte.
Informações policiais indicam que Leonardo possuía registros anteriores por envolvimento em ocorrências relacionadas a drogas, ameaça e violência doméstica.
As circunstâncias do caso permanecem sob investigação das autoridades competentes.

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