Após os sinais do União Brasil que, com 59 deputados federais e com três vagas na Esplanada do Ministério não tem fechado apoio integral ao Palácio do Planalto, os ventos dão instabilidade nas articulações políticas para o Governo Lula consolidar uma base no Congresso Nacional.
A surpresa vem agora do MDB que, por decisão da Executiva Nacional, nessa quarta-feira, optou por um caminho de liberdade para acompanhar as votações das medidas de interesse do Governo.
SEM APOIO AUTOMÁTICO
O MDB que, a exemplo do União Brasil, tem três ministérios – Planejamento, Transportes e Cidades, não dará apoio automático ao governo Lula e, quando considerar necessário, fará críticas ao Poder Executivo. O documento extraído da reunião da Executiva Nacional destaca que, na Câmara e no Senado, também sob o espírito colaborativo-propositivo, o MDB dará suporte às medidas encaminhadas pelo Executivo.
‘’Sem jamais deixar de fazer as críticas quando necessário”, afirma um a Executiva Nacional em um dos trechos do documento. A Executiva do MDB defende a aprovação de uma reforma tributária “que modernize a relação federativa, diminua desigualdades regionais e amplifique oportunidades de emprego e renda”.
A decisão do comando do MDB gera incômodo, insegurança e incerteza aos coordenadores políticos do Palácio do Planalto. Segundo o MDB, a PEC 45 reúne os requisitos necessários para tanto.
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