Ouvido na CPI da Covid nesta quarta-feira, 16, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel comentou alguns episódios que culminaram no seu impeachment em abril deste ano. Ele afirma que foi perseguido por mandar investigar o assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ), morta em março de 2018.
"Isso tudo aconteceu porque eu mandei investigar sem parcialidade o caso Marielle", afirmou o ex-governador, citando uma live de Jair Bolsonaro (sem partido) em que ele foi criticado pelo presidente.
A informação se contrapõe ao histórico do Witzel, que esteve ao lado dos deputados Daniel Silveira (PSL-RJ) e Rodrigo Amorim (PSL-RJ) em um comício onde uma placa com o nome da vereadora foi quebrada.

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