De acordo com a investigação do Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do MPCE, a quadrilha, composta principalmente por servidores comissionados (chamados de "articuladores"), emitia pareceres técnicos que omitiam propositalmente informações relevantes, com a intenção de criar dificuldades inexistentes a empreendedores de diversas áreas, em troca de vantagem indevida.
A operação foi deflagrada para apurar crimes de corrupção passiva, concussão, advocacia administrativa, inserção de dados falsos em sistemas de informação da administração pública e organização criminosa.
Foram presos temporariamente e afastados de suas funções por determinação da Justiça os servidores comissionados Lídia Torquato da Silva, Francisco Elder Moura Barroso e Francisco Heury Fernandes da Silva e o chefe da Informática da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA), Luís José de Almeida Correia.
O superintendente da Semace, José Ricardo Araújo Lima, e a servidora comissionada Inês Furtado Sampaio foram apenas afastados das funções.
Diário do Nordeste
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