Os advogados dos executivos solicitaram ser ouvidos pelo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, antes dele tomar uma decisão sobre o pedido de prisão de Joesley e Saud, apresentado nessa sexta-feira (8), por Rodrigo Janot, procurador-geral da República.
A Procuradoria Geral da República (PGR) e STF não confirmaram que o pedido de prisão foi enviado.
Se Fachin autorizar as prisões, o acordo de delação premiada firmado entre a J&F e a PGR deve ser rescindido.
O termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se, por exemplo, o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas.
Em relação à validade das provas apresentadas, mesmo se os termos da delação forem suspensos, continuarão valendo – provas, depoimentos e documentos.
Pelo menos três ministros entendem que a rescisão do acordo não anula as provas.
Agências
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