A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) protocolou nos últimos dias 3 e 6 de fevereiro no TSE duas petições afirmando haver falhas na perícia contábil e no relatório da Polícia Federal que apontou a existência de "laranjas" que teriam sido usados para desviar recursos da campanha da chapa Dilma-Temer nas eleições 2014. Os advogados da petista pedem ainda que seja feita uma perícia contábil complementar e que a Polícia Federal tome os depoimentos dos responsáveis pelas empresas subcontratadas na campanha.
Os pedidos foram encaminhados ao ministro Herman Benjamin, relator da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer na Corte Eleitoral.
Para a defesa da ex-presidente, não foram considerados pelos os documentos fiscais e de conhecimento de transporte "que atestam, de forma inquestionável, que todo o material produzido pelas gráficas Focal, VTPB e Red Seg foi entregue e utilizado pela campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer", diz a nota divulgada pelo advogado Flávio Crocce Caetano.
Uol

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