Como reforço às ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e febre chikungunya, a Secretaria da Saúde do Estado concluiu 18 ciclos de pulverização de inseticida com carros fumacê em Fortaleza e outros 13 municípios e tem mais 21 ciclos em andamento em seis municípios, inclusive Fortaleza. Dois ciclos com UBV costal foram concluídos nos municípios de Caridade e Catarina.
Para auxiliar a vistoria domiciliar feita pelos 19.485 agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, além dos soldados do Exército que acompanham a ação, foram distribuídos 1,8 mil rolos de tela, totalizando 90 mil metros, suficientes para o telamento de 45 mil caixas d'água de imóveis nas 22 regiões de Saúde. No total serão distribuídos cinco mil rolos de tela, ou 250 mil metros, suficientes para o telamento de 125 mil caixas d'água. De acordo com balanço do Ministério da Saúde, o trabalho focal de combate ao Aedes aegypti foi feito em 944.763 imóveis de todo o Estado, até o mês de março.
A melhor forma de combater o Aedes aegypti é não deixar o mosquito nascer. O chamado controle mecânico consiste na eliminação dos criadouros. Já a aplicação espacial a Ultra Baixo Volume (UBV), conhecido como fumacê, tem como função específica a eliminação das fêmeas adultas de Aedes aegypti e deve ser utilizada somente para bloqueio de transmissão e para controle de surtos ou epidemias. Essa ação integra o conjunto de atividades emergenciais adotadas nessas situações e seu uso deve ser concomitante com todas as demais ações de controle, principalmente a diminuição de fontes de mosquito.
A eficiência do bloqueio de transmissão aumenta consideravelmente quando se realiza a remoção prévia dos focos larvários, com a intensificação das visitas domiciliares e mutirões de limpeza e com a colaboração da população, abrindo portas e janelas, de maneira a facilitar a entrada das gotículas no domicílio.
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