O empreiteiro afirmou que havia uma diferença entre as doações feitas dentro e fora do período eleitoral. Uma das linhas de acusação da Procuradoria é que o financiamento legal a candidatos e partidos era uma das etapas finais da lavagem do dinheiro desviado da estatal.
"Na época de campanha, as contribuições de campanha não tinham nada a ver com propina, eram contribuições de campanha mesmo. O restante, não. Era como se pagava a comissão da propina da Petrobras", afirmou.
Pessoa prestou depoimento ao juiz federal Sergio Moro, em Curitiba, nessa segunda-feira (9), na ação penal que apura o envolvimento do ex-ministro José Dirceu com o esquema de corrupção na estatal.
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