Cunha declarou ainda: "defendo que o Supremo module os efeitos de sua decisão. E defendo que o Poder Executivo não vete a Lei Eleitoral e deixe que o STF decida de acordo com o texto da nova lei, se for provocado por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Se o governo vetar a Lei Eleitoral, será uma interferência do Executivo no Legislativo.
O presidente da Câmara ainda fez duras críticas à decisão do STF. "Daqui a pouco vai surgir a figura de aluguel de doador. As empresas vão alugar pessoas físicas para doar. Vai aparecer um monte de doador frio, de laranja. Quem estiver na máquina, tiver corporação ou capacidade de alugar doador. Quem não tiver, pode desistir de se candidatar".
EBC
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