Há pouco mais de dois meses à frente da instituição, que contabiliza 23 presidentes nesses mais de 60 anos de criação e cinco gestores nos últimos quatro anos, Holanda anuncia alterações no foco de investimentos do BNB, a partir de estudos para atuar de forma mais agressiva no fomento de médias empresas e de novos negócios em cidades de porte mediano, fora das regiões metropolitanas.
"Queremos identificar e conhecer a rede de cidades médias que possam promover a região", destacou Holanda, para quem o desenvolvimento do Nordeste passa, essencialmente, pelo fortalecimento econômico de cidades polos, que têm potencial para se tornarem referências nos Estados, na região, mas que não estejam, necessariamente, nas regiões metropolitanas.
Nessas cidades, explica, as médias empresas com potencial produtivo e inovador devem ser dinamizadas para que possam crescer e se tornar grandes empresas.
Diário do Nordeste
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