De acordo com denúncia, em novembro de 2011, Luma investiu R$ 20,6 milhões em ações da MPX, às vésperas de a companhia firmar sociedade com a alemã E. ON, atual controladora da empresa rebatizada de Eneva. À época, Eike já negociava a parceria que seria formalizada em janeiro. Um mês após o acordo, Luma vendeu parte de suas ações, obtendo lucro de 27%. De acordo com a denúncia, entre 22 e 28 de novembro de 2011, Luma se tornou a “principal compradora individual” de ações da empresa de geração de energia do grupo EBX. Ela adquiriu no total 508 mil ações da companhia. Naquele momento, Eike estava “para fechar” o negócio com a E.ON e apenas “poucos diretores da MPX e da holding sabiam que o grupo estava muito próximo de fechar o acordo”, conforme a denúncia.
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