Tasso atribui a campanha em defesa da saída de Dilma do Planalto a uma suposta “descrença na classe política”. Isso levaria ao flerte com saídas extremas, como o impeachment e o retorno dos militares ao poder. O senador, entretanto, afirmou a jornalistas que “é preciso esperar para saber o que vai ocorrer no campo jurídico”.
A fala de Tasso ganha dimensão em virtude da figura que ele encarna. O tucano foi o principal cabo eleitoral de Aécio Neves (PSDB) no Estado e é uma das fortes figuras da oposição a Dilma. Sua temporada fora do Senado, de 2011 ao início 2015, foi patrocinada por um esforço pessoal do então presidente Lula (PT) e, desde seu retorno, foi apontado, juntamente com os correligionários Aécio e José Serra (PSDB), como uma linha de frente da oposição ao governo na Câmara Alta.
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