
O Presidente da Federação Uruguaia de Futebol, Wilmar Valdez, trabalhou no documento de defesa a Luis Suárez, que virou alvo de investigação da Fifa pela mordida que deu no zagueiro italiano Giorgio Chiellini, na vitória do Uruguai sobre a Itália, na última terça-feira, em Natal. Na tese, já entregue à entidade máxima do futebol, os uruguaios argumentam que não houve agressão.
"Não houve nenhuma mordida. Foi uma jogada casual, em que o jogador (Suárez) perde o equilíbrio e, então, se produz o choque. Pode ter sido um golpe na nuca, no pescoço, nas costas. E é isso que se vê, um choque, e nada mais", explicou Ernesto Dehl, que ajudou a escrever a tese de defesa, em entrevista ao jornal Ovación.
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