A Executiva Nacional do PROS realiza hoje, em Brasília, reunião para debater o futuro das alianças do partido em vários Estados, principalmente no Ceará. O clima no PROS está tenso após as recentes declarações do governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), de que o partido está chantageando o governo federal para trocar o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira.
A expectativa é de que Cid Gomes siga para Brasília assim que terminar a visita da presidente Dilma Rousseff (PT) ao Ceará na manhã de hoje.
Nos bastidores do Planalto o que se ouve agora não é mais sobre o dilema de Dilma na escolha entre apoiar os irmãos Ferreira Gomes e o candidato peemedebista ao Palácio da Abolição, senador Eunício Oliveira, mas sim o dilema se Dilma Ficará com o PROS do deputado alagoano Givaldo Carimbão e do presidente da legenda Eurípides Macedo, ou com Cid e Ciro Gomes que não concorrerão a qualquer cargo eletivo neste ano.
Desde a semana passada integrantes do Pros Nacional estão pressionando o governo Dilma pela substituição do ministro Francisco Teixeira, indicado de Cid Gomes. Givaldo Carimbão e Salvador Zimbaldi (PROS-SP) vieram a público e afirmaram que a permanência do ministro prejudicará a aliança pretendida pelo PT nas eleições presidenciais de outubro.
É natural que divergências de opinião sobre as decisões partidárias ocorram, no entanto, o PROS não permitirá que divergências de opinião interfiram no bom relacionamento com os diretórios estaduais. As declarações visam apoiar o líder Carimbão que na última semana afirmou que no PROS não descarta apoiar Eunício Oliveira (PMDB) em uma coligação.
DN Online
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