O candidato a governador do Ceará, para emplacar uma postulação competitiva nas eleições deste ano, deverá reunir recursos de pelo menos R$ 40 milhões, considerando a prestação de contas da última campanha no Estado, o aumento de inflação no período e prováveis despesas não declaradas, ainda recorrentes no período eleitoral. Para pleitear o Senado Federal, os custos podem se aproximar dos R$ 10 milhões.
Faltando 50 dias para a oficialização das candidaturas, alguns partidos afirmam que o maior financiador dos nomes que disputarão cargos majoritários - Governo do Estado e Senado - será o diretório nacional. Outros alegam que farão uma campanha modesta e não sabem quem pagará a conta.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o governador Cid Gomes (PROS) declarou despesas de quase R$ 29 milhões em 2010, quando se reelegeu. Corrigido pela inflação e contando com prováveis gastos não declarados, a conta pode chegar a R$ 40 milhões. Já Marcos Cals - que disputava pelo PSDB, mas hoje é filiado ao Solidariedade - alega ter desembolsado R$ 12 milhões. Lúcio Alcântara (PR), que também postulava a cadeira do Executivo, informou gastos de R$ 3 milhões. Os três candidatos a governador do Ceará mais votados gastaram, juntos, oficialmente R$ 44 milhões.
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