A decisão é referente à investigação criminal que apura diversos crimes ocorridos durante a sua gestão frente à Câmara Municipal em 2011 e em 2012. O afastamento perdura até o final da investigação criminal, como também da instrução processual, em caso de recebimento da denúncia.
A investigação criminal revela aumentos de remuneração de servidores públicos efetivos no ano de 2012, ordenando despesa sem nenhum critério, apenas por decisão administrativa do ex-presidente. Os aumentos máximos somente no exercício de 2012 para alguns agentes públicos chegaram a alcançar índices percentuais absurdos como o de assistente administrativo (566,02%), repórter (550,99%), digitador (475,65%), recepcionista (303,41%), operador de som (267,50%), agente administrativo (207,09%), advogado (132,12%), revisor (101,30%) e telefonista (67,89%).
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