Sobre a possibilidade de racha no Ceará, Guimarães voltou a afirmar que
defenderá a unidade do grupo e apostou que “o bom senso prevalecerá”.
Por “bom senso”, leia-se “não dividir, não quebrar a corda”, explicou
ele, em possível referência à parte do PT cearense mais ligada à
ex-prefeita Luizianne Lins, que defende a divisão da aliança e a
construção de múltiplos palanques para a presidente Dilma. “Dividir é
suicida. É difícil juntar os cacos depois, ficam sequelas”, afirmou ele,
que tem maioria na sigla.
O parlamentar deu pistas de qual poderá ser a
estratégia para a difícil tarefa de manter a aliança coesa: acordos
para eleições futuras. “(Não estão sendo discutidos ainda), estou
antecipando que podemos ter acordos futuros. O ciclo foi fechado em
2012, agora vamos discutir outro”, propôs.
Nenhum comentário:
Postar um comentário