A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou nesta
quarta-feira (17) projeto de resolução que torna aberto o voto na
eleição para a Mesa Diretora e para a presidência das comissões da Casa.
O texto estabelece o voto secreto obrigatório apenas nos casos
previstos na Constituição, exemplo das votações para cassação de mandato
e para análise de vetos presidenciais.
A proposta vai ser analisada pela comissão especial que discute
regimento interno do Senado e pela Mesa Diretora da Casa antes de ser
promulgada. Atualmente, tanto a Câmara quanto o Senado discutem
diferentes propostas que alteram a Constituição de modo a acabar com o
voto secreto em algumas situações. Parlamentares defendem que o voto
secreto seja mantido ao menos nas indicações para membros de tribunais .
O senador Pedro Taques, autor do texto votado na CCJ, disse que a proposta é complementar às demais propostas que tramitam no Legislativo e ainda precisam de apreciação dos respectivos plenários.
“Toda a votação no Senado tem que ser aberta, a não ser nas exceções previstas na Constituição da República. Em nenhum momento [a Constituição] fala que a votação para presidente da Câmara e presidente do Senado tem que ser secreta. E o regimento interno não pode fazer isso”, disse Taques.
“Cassação de mandato está na Constituição [o voto secreto]. Isso precisa de proposta de emenda Constituição para mudar – o que já existe”, afirmou o senador.
O senador Pedro Taques, autor do texto votado na CCJ, disse que a proposta é complementar às demais propostas que tramitam no Legislativo e ainda precisam de apreciação dos respectivos plenários.
“Toda a votação no Senado tem que ser aberta, a não ser nas exceções previstas na Constituição da República. Em nenhum momento [a Constituição] fala que a votação para presidente da Câmara e presidente do Senado tem que ser secreta. E o regimento interno não pode fazer isso”, disse Taques.
“Cassação de mandato está na Constituição [o voto secreto]. Isso precisa de proposta de emenda Constituição para mudar – o que já existe”, afirmou o senador.
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