segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Desacreditado perante a população e muito endividado, ex-prefeito de Acopiara apelou feio em programa de rádio


O ex-prefeito de Acopiara simplesmente apelou feio, no último sábado, em sua emissora de rádio ao chamar seus opositores de vagabundos e outras coisitas a mais. Ele também foi infeliz ao afirmar que havia deixado mais de 11 milhões de reais depositados nas contas do município.

Muito endividado, raivoso e sem crédito perante a população acopiarense a fala do ex-prefeito está servindo de chacota entre os moradores da cidade.

Enquanto isso os técnicos que estão realizando auditoria na Prefeitura de Acopiara já detectaram um rombo superior a 7 milhões de reais contrariando as afirmações do ex-administrador.

O prazo para a auditoria concluir os seus trabalhos é de 90 dias. O rombo pode chegar a mais de 20 milhões de reais.

Nos próximos dias o ex-prefeito de Acopiara será desafiado a provar onde ele deixou os 11 milhões que ele se referiu. A verdade é que o ex-alcaide saiu endividado e, como se não bastasse, deixou a prefeitura no último dia de sua administração pelas portas dos fundos.

O TCM e a PROCAP já se pronunciaram acerca dos desmandos na Terra do Lavrador e concluíram que houve desmonte na Prefeitura. Os documentos dos dois órgãos já foram enviados ao Ministério Público. Não está descartado o pedido de prisão do ex-prefeito.

Por outro lado o procurador do município, Thiago Batista de Carvalho, ajuizou ações na Justiça contra Antonio Almeida Neto, para que ele devolva aos cofres públicos, verbas federais repassadas por meio de Convênios para a Prefeitura.  

O total em desvio de recursos é de R$ 1.082.601,58 (um milhão e oitenta e dois mil seiscentos e um reais e cinqüenta e oito centavos).  

Neste momento o município de Acopiara está impossibilitado de receber transferências de dinheiro dos Governos Federal e Estadual.  

Ainda segundo o Procurador, foram feitas representações criminais por crime de responsabilidade junto ao Ministério Público Federal, no sentido de responsabilizar o ex-prefeito pelos desmandos cometidos durante o seu governo.

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