O deputado garantiu ser inocente, alegando não existir nenhuma prova material atestando que ele fez consultas médicas e deu remédio ou atestado médico em troca de votos. "Sou inocente. Não pratiquei captação ilícita de voto, não dei atestado, não dei remédio, não pedi voto, não ofereci nada, como vou aceitar essa culpa?", questionou.
O TRE também condenou a vereadora Magaly Marques (PMDB), a pagar uma multa e ficar inelegível por um período de oito anos, acusada de dar consultas e remédios em troca de votos para o deputado Carlomano. As consultas, conforme a denúncia, ocorriam dentro do comitê eleitoral do parlamentar.
O deputado também negou que a vereadora tenha praticado os tais crimes. Segundo disse, Magaly é sua irmã e nas eleições estaduais faz campanha para ele, em Fortaleza e nas disputas municipais é ele quem pede votos para a vereadora.
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