segunda-feira, 6 de junho de 2011

Rateio criminoso: inimigos de Mainha fizeram 'cota' para matar pistoleiro

Um rateio para a morte. Esta é a linha de investigação que a Polícia Civil segue com o objetivo de desvendar o mistério que domina a morte do homem tido até hoje como o maior pistoleiro de aluguel da história do Ceará e do Nordeste, Idelfonso Maia Cunha, o Mainha.

Na tarde do dia 4 de janeiro último, ele foi executado, com nove tiros de pistola, quando transitava pelas ruas do bairro Novo Maranguape montado em um burro. Desde então, o caso está sendo apurado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) com o apoio de setores de Inteligência.

Na semana passada, o Diário do Nordeste teve acesso exclusivo às mais recentes informações da investigação que aponta o nome de, pelo menos, três pessoas como suspeitas de ligação com o crime. Suas identidades no entanto, serão preservadas nesta reportagem, já que os acusados ainda não foram denunciados pelo Ministério Público.

Uma delas é um policial militar já autor de vários crimes e temido na região do Vale do Jaguaribe. Outra, é filha de um político da mesma região, assassinado em dezembro de 2009 em sua fazenda. O terceiro implicado seria o homem que executou Mainha. Preço do crime: R$ 45 mil.

A morte de Mainha, segundo apurou a Reportagem, ´interessava´ a várias pessoas, principalmente aos acusados de terem matado um fazendeiro e ex-prefeito de um Município da região jaguaribana. Também estava interessado na morte do acusado o PM que é acusado de ter fuzilado dois irmãos na cidade de Jaguaretama (um deles, ex-vereador daquela Município).

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