O direito de existir garantido, por lei, só é realmente efetivado se ao nascer a criança for registrada no cartório. Contudo, um ato que parece ser tão simples, em pleno século XXI, não é exercido por milhares de pais. Segundo do Censo Demográfico 2010, por município, divulgado, esta semana, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Ceará, 9.825, crianças ainda não possuem registro de nascimento.
Destas, 7.471 estão na faixa etária de zero a três anos, e 2.354, de quatro a dez anos de idade. No Brasil, segundo o IBGE, 168 mil 247 crianças também vivem nessa realidade.
Para o promotor da 1ª Promotoria Auxiliar da Infância e Juventude, José Evânio Guedes, apesar do dado parecer ser insignificante, se comparado ao número total de crianças de zero a dez anos no Ceará, que é de 1 milhão 506 mil e 42, a situação é alarmante em virtude da importância do registro de nascimento para a garantia dos direitos dessas crianças.
"Apesar das quase 10 mil crianças representarem menos de 1% do total existente no Ceará, esse dado é um absurdo, pois em pleno século XXI não deveria contar no senso nenhuma criança sem o direito de existir".
Destas, 7.471 estão na faixa etária de zero a três anos, e 2.354, de quatro a dez anos de idade. No Brasil, segundo o IBGE, 168 mil 247 crianças também vivem nessa realidade.
Para o promotor da 1ª Promotoria Auxiliar da Infância e Juventude, José Evânio Guedes, apesar do dado parecer ser insignificante, se comparado ao número total de crianças de zero a dez anos no Ceará, que é de 1 milhão 506 mil e 42, a situação é alarmante em virtude da importância do registro de nascimento para a garantia dos direitos dessas crianças.
"Apesar das quase 10 mil crianças representarem menos de 1% do total existente no Ceará, esse dado é um absurdo, pois em pleno século XXI não deveria contar no senso nenhuma criança sem o direito de existir".
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