Escrevi, em nosso blog com o título em epígrafe, ontem, acerca do comportamento de alguns políticos de Iguatu, que insistem a todo custo, atrapalhar o desenvolvimento do município.
Hoje, numa demonstração de comemoração gratuita, “eles” divulgam em rádio local e na página mantida por eles na internet, cujo único intuito é apenas para anunciar as maldades, “decisão judicial que proíbe em definitivo a construção do aterro sanitário de Iguatu, hoje em andamento, na Lagoa do Julião” (sic).
Primeiro, chega a ser incrível divulgar como forma saborosa, o que na verdade é ao contrário, a proibição duma obra que é sonho de anos a fio do povo iguatuense.
É uma vergonha para Iguatu, termos uma cidade em pleno desenvolvimento, ter como cartão postal de entrada da cidade, um lixão a céu aberto.
Nesse desejo de mudar, como um todo, o prefeito Agenor Neto desde sua assunção ao mandato de gestor, que têm elaborado projetos em todas as áreas, transformando o perfil da cidade e resgatando a auto-estima de seu povo.
O aterro sanitário foi um dos compromissos assumidos com o Iguatu. O prefeito Agenor Neto, dentro de todas as regras cabíveis, respeitando as pessoas, as leis, enfim, cumpriu o prometido.
Iniciou aquela importante obra no momento adequado, porém, desde o primeiro dia que a fraca e sem votos oposição do Iguatu, tem procurado a justiça, numa maldade sem fim, querendo levar juízes e promotores ao erro jurídico, inventando, criando, tumultuando, para que ao invés de um aterro, continuasse somente o lixão, já tão conhecido.
Ontem, segundo se anuncia a justiça local em sentença proibiu a continuidade da obra. Por enquanto!
Todos sabem que Agenor Neto é um cidadão prestimoso de seu dever, sensato e que respeita a justiça.
Porém, diferente do que foi escrito, ele enquanto representante do povo e dum ente público, deverá recorrer da decisão a instâncias superiores, dentro das regras de direito aceitáveis, pois, não existe no momento uma decisão definitiva (cabe recurso).
Vamos esperar! Voltaremos ao assunto!
Atenciosamente,
Lindomar Rodrigues
Nenhum comentário:
Postar um comentário