Há pelo menos dois anos, as oito unidades prisionais do Ceará aguardam a instalação da tecnologia de bloqueio do sinal de aparelhos celulares. Em 6 de fevereiro de 2009, ainda com Marcos Cals à frente da Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus), uma licitação foi iniciada, mas interrompida em seguida.
No final daquele ano, novo processo seria aberto, e vencido por uma empresa chinesa, que chegou a fazer testes no Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira (IPPOO II), em novembro.
À época, Cals esteve no IPPOO II. Eufórico, pediu que jornalistas acionassem seus telefones como forma de provar que o sistema, mesmo em procedimento demonstrativo, era eficiente. Podia ser, mas não foi adotado.
Sem grandes explicações, os chineses foram embora, e os internos das penitenciárias cearenses continuam escapulindo com o auxílio de ligações telefônicas.
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