A Escola Profissionalizante Alfredo Nunes de Melo, nesta cidade, localizada na região Centro-Sul, antecipou-se à legislação das Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que prevê a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica a partir do próximo ano, e implantou, desde abril de 2009, um projeto de desenvolvimento musical com os alunos do ensino médio profissional e egressos do Projeto E-Jovem, realizado pela Secretaria da Educação do Ceará (Seduc).
O projeto é pioneiro na região e já deu seu primeiro fruto. Um grupo de oito alunos criou a banda "Profissionais do Forró", que é sucesso entre os estudantes, nos encontros, feiras de ciências, eventos culturais e musicais. As atividades realizadas na unidade de ensino hoje servem de modelo e estímulo para outras escolas da rede pública e particular.
Formação
A formação musical, mesmo principiante e básica, dos alunos nasceu a partir de uma constatação do professor de Filosofia e Sociologia, Livomar Ferreira do Carmo, que no ano passado começou a lecionar na Escola Profissionalizante Alfredo Nunes de Melo, que integra a rede pública estadual de ensino. "Percebi que aqui a musicalidade aflora", disse. "Os alunos ficam, no horário de recreação, batendo nas mesas e nas carteiras", contou. "Tive a ideia de fazer uma seleção e oferecer aulas de violão".
O projeto logo conquistou o apoio do diretor geral da unidade, Aurélio Gomes. "Tivemos sorte de ter um professor que gosta e conhece música", disse. As aulas acontecem no período da noite e, às vezes, no intervalo, de meio-dia, já que o ensino profissionalizante é ministrado em tempo corrido. "Reconheço que há dificuldade para as escolas que não dispõem de docentes com aptidão para a música implantar aulas de formação musical", comentou.
Surpresa
A notícia da implantação do projeto correu rapidamente entre os corredores e as salas de aula. Logo, um grupo de 30 pessoas se inscreveu para os testes. A surpresa maior do professor Livomar Carmo é que entre os estudantes já havia alguns que tocavam violão, guitarra, sanfona e uma aluna que era baterista. Embora principiantes, era uma bênção dispor de um grupo desejoso em participar das aulas de formação musical.
Livomar Carmo aproveitou o conhecimento de alguns alunos e fez deles orientadores de outros colegas que estavam começando nas aulas de teclado e violão. O trabalho do professor e dos estudantes orientadores ou monitores é voluntário, gratuito, apenas com o intuito de contribuir para o desenvolvimento musical dos jovens. A arte agradece.
Nesses últimos dois meses, em face da necessidade de preparação para o Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica (Spaece), as aulas foram suspensas, mas logo serão retomadas. A escola, no ano passado, implantou três cursos profissionalizantes, nas áreas de Finanças, Comércio, Enfermagem e Informática. É o segundo núcleo profissional na região Centro-Sul. O outro está instalado na cidade de Iguatu.
"Começamos com 135 alunos matriculados, hoje temos 240 e a perspectiva para o próximo ano é de 360 alunos", disse o diretor Aurélio Gomes. Citando o cientista e pesquisador norte-americano, Howard Gardner, autor da teoria das inteligências múltiplas, tanto o diretor Aurélio Gomes, como o professor Livomar Carmo, consideram a mudança na LDB, que inclui como obrigatório no currículo escolar o ensino de música, de fundamental importância.
"É importante e, segundo nossa experiência, as atividades artísticas não atrapalham o estudo regular, pelo contrário, é um incentivo, algo prazeroso que atrai o aluno à escola", observou Gomes.
Sem obrigatoriedade, os alunos participam das aulas de música com afinco. "Não é uma tarefa a mais", frisou Carmo. Ambos defendem a necessidade de realização de concurso para professores com aptidão musical para que a lei possa sair do papel e conquistar os alunos. Por enquanto, muitas escolas ganharam instrumentos, kits musicais, enviados pela Seduc. É preciso fazer esses instrumentos terem sonoridade, estar nas mãos dos estudantes, e o som ecoar nas escolas.
CULTURA EM ALTA
Grupo conquistou troféus em eventos
Acopiara A banda Profissionais do Forró é formada por oito alunos da Escola de Educação Profissional Alfredo Nunes Melo, neste Município. Começou em abril do ano passado e reúne um sanfoneiro, um guitarrista, um baixista, uma baterista, um tecladista e três vocais. Todos são alunos do 2º Ano do Ensino Médio. O grupo está motivado e pretende dar continuidade após a conclusão do curso profissionalizante. Já conquistou troféus em eventos culturais promovidos por escolas na região.
Uma participação desperta a curiosidade. É a aluna Thaís Araújo, baterista. É raro uma mulher tocar tal instrumento. "No começo havia certa resistência, mas logo viram que eu sabia tocar e superei as adversidades", contou. "Os alunos ficam admirados e depois que escutam a gente tocar dizem que arrasei", comentou.
Manoel Vítor de Oliveira recebeu influência do pai e passou a estudar teclado. "Tive aulas particulares e comprei um teclado", contou. "Pratico em casa". Francisco Tiago Barbosa é vocalista na banda e disse que recebeu o convite dos colegas. "A gente ficava brincando, cantando no intervalo, mas não pensava em cantar em uma banda, mesmo de alunos", disse. "Deu certo e dizem que sou afinado".
Motivação
Tatiana de Oliveira também é vocalista e conta que o grupo ensaia três vezes por semana. "Não atrapalha as aulas e na semana de prova, a gente suspende os ensaios", disse. "Comecei cantando em igrejas evangélicas e no coral do Município de Catarina". Na escola, em Acopiara, encontrou a oportunidade de participar da banda.
Outra vocalista e que quer seguir em frente na carreira musical é a estudante Larissa Guedes. "Fiz parte da seleção e fui aprovada", disse. "Acreditava que não ia passar". Tomou gosto pela arte e quer ser cantora de banda profissional, mas sem esquecer o desejo de ter uma formação de nível superior. "Quero ser fisioterapeuta", destacou ela.
Os irmãos Alex Sandro e Anderson Alves de Souza estão empolgados com a musicalidade da banda e o sucesso alcançado entre os alunos. Alex é o sanfoneiro. "Aprendi no projeto AABB Comunidade", contou. "Toco uma de 80 baixos". O pai incentiva o filho na aprendizagem da arte musical e até já comprou um acordeom para o rebento. "Toco os forrós eletrônicos, atuais, mas gosto do estilo pé-de- serra, do Flávio José".
Anderson Souza toca guitarra e também é vocalista. Egresso do Projeto E-Jovem aprendeu a tocar violão com professor particular e já com experiência musical passou a formar a banda. Além disso, ele dá aula de violão para outros alunos no projeto da escola. "Gosto do que faço e quero ajudar os colegas a aprenderem música", salientou o estudante.
Enquete
Motivação
"Eu achei bom e interessante participar das aulas de música e gostaria que houvesse mais. É muito legal"
Emanoel Moreira
Aluno do 2º Ano do Ensino Médio
"Eu sempre gostei do som da sanfona e procurei aprender alguma música de forró. Com as aulas fica melhor"
David Júnior Holanda
Aluno do 1º Ano
"Estudei teclado, no entanto, não tinha nenhuma formação musical e gostei das aulas, pois me proporcionam isso"
Francisco Jonas de Souza
Aluno do 1º Ano
MAIS INFORMAÇÕES
Escola de Educação Profissional Alfredo Nunes de Melo
Rua Emília de Lima Pinho, S/N
São Francisco/ (88) 3565. 9500
CULTURA EM ALTA
Grupo conquistou troféus em eventos
Acopiara. A banda Profissionais do Forró é formada por oito alunos da Escola de Educação Profissional Alfredo Nunes Melo, neste Município. Começou em abril do ano passado e reúne um sanfoneiro, um guitarrista, um baixista, uma baterista, um tecladista e três vocais. Todos são alunos do 2º Ano do Ensino Médio. O grupo está motivado e pretende dar continuidade após a conclusão do curso profissionalizante. Já conquistou troféus em eventos culturais promovidos por escolas na região.
Uma participação desperta a curiosidade. É a aluna Thaís Araújo, baterista. É raro uma mulher tocar tal instrumento. "No começo havia certa resistência, mas logo viram que eu sabia tocar e superei as adversidades", contou. "Os alunos ficam admirados e depois que escutam a gente tocar dizem que arrasei", comentou.
Manoel Vítor de Oliveira recebeu influência do pai e passou a estudar teclado. "Tive aulas particulares e comprei um teclado", contou. "Pratico em casa". Francisco Tiago Barbosa é vocalista na banda e disse que recebeu o convite dos colegas. "A gente ficava brincando, cantando no intervalo, mas não pensava em cantar em uma banda, mesmo de alunos", disse. "Deu certo e dizem que sou afinado".
Motivação
Tatiana de Oliveira também é vocalista e conta que o grupo ensaia três vezes por semana. "Não atrapalha as aulas e na semana de prova, a gente suspende os ensaios", disse. "Comecei cantando em igrejas evangélicas e no coral do Município de Catarina". Na escola, em Acopiara, encontrou a oportunidade de participar da banda.
Outra vocalista e que quer seguir em frente na carreira musical é a estudante Larissa Guedes. "Fiz parte da seleção e fui aprovada", disse. "Acreditava que não ia passar". Tomou gosto pela arte e quer ser cantora de banda profissional, mas sem esquecer o desejo de ter uma formação de nível superior. "Quero ser fisioterapeuta", destacou ela.
Os irmãos Alex Sandro e Anderson Alves de Souza estão empolgados com a musicalidade da banda e o sucesso alcançado entre os alunos. Alex é o sanfoneiro. "Aprendi no projeto AABB Comunidade", contou. "Toco uma de 80 baixos". O pai incentiva o filho na aprendizagem da arte musical e até já comprou um acordeom para o rebento. "Toco os forrós eletrônicos, atuais, mas gosto do estilo pé-de- serra, do Flávio José".
Anderson Souza toca guitarra e também é vocalista. Egresso do Projeto E-Jovem aprendeu a tocar violão com professor particular e já com experiência musical passou a formar a banda. Além disso, ele dá aula de violão para outros alunos no projeto da escola. "Gosto do que faço e quero ajudar os colegas a aprenderem música", salientou o estudante.
O projeto é pioneiro na região e já deu seu primeiro fruto. Um grupo de oito alunos criou a banda "Profissionais do Forró", que é sucesso entre os estudantes, nos encontros, feiras de ciências, eventos culturais e musicais. As atividades realizadas na unidade de ensino hoje servem de modelo e estímulo para outras escolas da rede pública e particular.
Formação
A formação musical, mesmo principiante e básica, dos alunos nasceu a partir de uma constatação do professor de Filosofia e Sociologia, Livomar Ferreira do Carmo, que no ano passado começou a lecionar na Escola Profissionalizante Alfredo Nunes de Melo, que integra a rede pública estadual de ensino. "Percebi que aqui a musicalidade aflora", disse. "Os alunos ficam, no horário de recreação, batendo nas mesas e nas carteiras", contou. "Tive a ideia de fazer uma seleção e oferecer aulas de violão".
O projeto logo conquistou o apoio do diretor geral da unidade, Aurélio Gomes. "Tivemos sorte de ter um professor que gosta e conhece música", disse. As aulas acontecem no período da noite e, às vezes, no intervalo, de meio-dia, já que o ensino profissionalizante é ministrado em tempo corrido. "Reconheço que há dificuldade para as escolas que não dispõem de docentes com aptidão para a música implantar aulas de formação musical", comentou.
Surpresa
A notícia da implantação do projeto correu rapidamente entre os corredores e as salas de aula. Logo, um grupo de 30 pessoas se inscreveu para os testes. A surpresa maior do professor Livomar Carmo é que entre os estudantes já havia alguns que tocavam violão, guitarra, sanfona e uma aluna que era baterista. Embora principiantes, era uma bênção dispor de um grupo desejoso em participar das aulas de formação musical.
Livomar Carmo aproveitou o conhecimento de alguns alunos e fez deles orientadores de outros colegas que estavam começando nas aulas de teclado e violão. O trabalho do professor e dos estudantes orientadores ou monitores é voluntário, gratuito, apenas com o intuito de contribuir para o desenvolvimento musical dos jovens. A arte agradece.
Nesses últimos dois meses, em face da necessidade de preparação para o Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica (Spaece), as aulas foram suspensas, mas logo serão retomadas. A escola, no ano passado, implantou três cursos profissionalizantes, nas áreas de Finanças, Comércio, Enfermagem e Informática. É o segundo núcleo profissional na região Centro-Sul. O outro está instalado na cidade de Iguatu.
"Começamos com 135 alunos matriculados, hoje temos 240 e a perspectiva para o próximo ano é de 360 alunos", disse o diretor Aurélio Gomes. Citando o cientista e pesquisador norte-americano, Howard Gardner, autor da teoria das inteligências múltiplas, tanto o diretor Aurélio Gomes, como o professor Livomar Carmo, consideram a mudança na LDB, que inclui como obrigatório no currículo escolar o ensino de música, de fundamental importância.
"É importante e, segundo nossa experiência, as atividades artísticas não atrapalham o estudo regular, pelo contrário, é um incentivo, algo prazeroso que atrai o aluno à escola", observou Gomes.
Sem obrigatoriedade, os alunos participam das aulas de música com afinco. "Não é uma tarefa a mais", frisou Carmo. Ambos defendem a necessidade de realização de concurso para professores com aptidão musical para que a lei possa sair do papel e conquistar os alunos. Por enquanto, muitas escolas ganharam instrumentos, kits musicais, enviados pela Seduc. É preciso fazer esses instrumentos terem sonoridade, estar nas mãos dos estudantes, e o som ecoar nas escolas.
CULTURA EM ALTA
Grupo conquistou troféus em eventos
Acopiara A banda Profissionais do Forró é formada por oito alunos da Escola de Educação Profissional Alfredo Nunes Melo, neste Município. Começou em abril do ano passado e reúne um sanfoneiro, um guitarrista, um baixista, uma baterista, um tecladista e três vocais. Todos são alunos do 2º Ano do Ensino Médio. O grupo está motivado e pretende dar continuidade após a conclusão do curso profissionalizante. Já conquistou troféus em eventos culturais promovidos por escolas na região.
Uma participação desperta a curiosidade. É a aluna Thaís Araújo, baterista. É raro uma mulher tocar tal instrumento. "No começo havia certa resistência, mas logo viram que eu sabia tocar e superei as adversidades", contou. "Os alunos ficam admirados e depois que escutam a gente tocar dizem que arrasei", comentou.
Manoel Vítor de Oliveira recebeu influência do pai e passou a estudar teclado. "Tive aulas particulares e comprei um teclado", contou. "Pratico em casa". Francisco Tiago Barbosa é vocalista na banda e disse que recebeu o convite dos colegas. "A gente ficava brincando, cantando no intervalo, mas não pensava em cantar em uma banda, mesmo de alunos", disse. "Deu certo e dizem que sou afinado".
Motivação
Tatiana de Oliveira também é vocalista e conta que o grupo ensaia três vezes por semana. "Não atrapalha as aulas e na semana de prova, a gente suspende os ensaios", disse. "Comecei cantando em igrejas evangélicas e no coral do Município de Catarina". Na escola, em Acopiara, encontrou a oportunidade de participar da banda.
Outra vocalista e que quer seguir em frente na carreira musical é a estudante Larissa Guedes. "Fiz parte da seleção e fui aprovada", disse. "Acreditava que não ia passar". Tomou gosto pela arte e quer ser cantora de banda profissional, mas sem esquecer o desejo de ter uma formação de nível superior. "Quero ser fisioterapeuta", destacou ela.
Os irmãos Alex Sandro e Anderson Alves de Souza estão empolgados com a musicalidade da banda e o sucesso alcançado entre os alunos. Alex é o sanfoneiro. "Aprendi no projeto AABB Comunidade", contou. "Toco uma de 80 baixos". O pai incentiva o filho na aprendizagem da arte musical e até já comprou um acordeom para o rebento. "Toco os forrós eletrônicos, atuais, mas gosto do estilo pé-de- serra, do Flávio José".
Anderson Souza toca guitarra e também é vocalista. Egresso do Projeto E-Jovem aprendeu a tocar violão com professor particular e já com experiência musical passou a formar a banda. Além disso, ele dá aula de violão para outros alunos no projeto da escola. "Gosto do que faço e quero ajudar os colegas a aprenderem música", salientou o estudante.
Enquete
Motivação
"Eu achei bom e interessante participar das aulas de música e gostaria que houvesse mais. É muito legal"
Emanoel Moreira
Aluno do 2º Ano do Ensino Médio
"Eu sempre gostei do som da sanfona e procurei aprender alguma música de forró. Com as aulas fica melhor"
David Júnior Holanda
Aluno do 1º Ano
"Estudei teclado, no entanto, não tinha nenhuma formação musical e gostei das aulas, pois me proporcionam isso"
Francisco Jonas de Souza
Aluno do 1º Ano
MAIS INFORMAÇÕES
Escola de Educação Profissional Alfredo Nunes de Melo
Rua Emília de Lima Pinho, S/N
São Francisco/ (88) 3565. 9500
CULTURA EM ALTA
Grupo conquistou troféus em eventos
Acopiara. A banda Profissionais do Forró é formada por oito alunos da Escola de Educação Profissional Alfredo Nunes Melo, neste Município. Começou em abril do ano passado e reúne um sanfoneiro, um guitarrista, um baixista, uma baterista, um tecladista e três vocais. Todos são alunos do 2º Ano do Ensino Médio. O grupo está motivado e pretende dar continuidade após a conclusão do curso profissionalizante. Já conquistou troféus em eventos culturais promovidos por escolas na região.
Uma participação desperta a curiosidade. É a aluna Thaís Araújo, baterista. É raro uma mulher tocar tal instrumento. "No começo havia certa resistência, mas logo viram que eu sabia tocar e superei as adversidades", contou. "Os alunos ficam admirados e depois que escutam a gente tocar dizem que arrasei", comentou.
Manoel Vítor de Oliveira recebeu influência do pai e passou a estudar teclado. "Tive aulas particulares e comprei um teclado", contou. "Pratico em casa". Francisco Tiago Barbosa é vocalista na banda e disse que recebeu o convite dos colegas. "A gente ficava brincando, cantando no intervalo, mas não pensava em cantar em uma banda, mesmo de alunos", disse. "Deu certo e dizem que sou afinado".
Motivação
Tatiana de Oliveira também é vocalista e conta que o grupo ensaia três vezes por semana. "Não atrapalha as aulas e na semana de prova, a gente suspende os ensaios", disse. "Comecei cantando em igrejas evangélicas e no coral do Município de Catarina". Na escola, em Acopiara, encontrou a oportunidade de participar da banda.
Outra vocalista e que quer seguir em frente na carreira musical é a estudante Larissa Guedes. "Fiz parte da seleção e fui aprovada", disse. "Acreditava que não ia passar". Tomou gosto pela arte e quer ser cantora de banda profissional, mas sem esquecer o desejo de ter uma formação de nível superior. "Quero ser fisioterapeuta", destacou ela.
Os irmãos Alex Sandro e Anderson Alves de Souza estão empolgados com a musicalidade da banda e o sucesso alcançado entre os alunos. Alex é o sanfoneiro. "Aprendi no projeto AABB Comunidade", contou. "Toco uma de 80 baixos". O pai incentiva o filho na aprendizagem da arte musical e até já comprou um acordeom para o rebento. "Toco os forrós eletrônicos, atuais, mas gosto do estilo pé-de- serra, do Flávio José".
Anderson Souza toca guitarra e também é vocalista. Egresso do Projeto E-Jovem aprendeu a tocar violão com professor particular e já com experiência musical passou a formar a banda. Além disso, ele dá aula de violão para outros alunos no projeto da escola. "Gosto do que faço e quero ajudar os colegas a aprenderem música", salientou o estudante.
Honório BarbosaRepórter

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