domingo, 19 de setembro de 2010

Dilma rebate acusações e diz que não irá depor no Senado


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, voltou a rebater neste domingo (19) denúncia trazida pela revista "Veja" sobre tráfico de influências dentro da Casa Civil na época em que era ministra-chefe. Dilma participou de carreata na cidade-satélite de Ceilândia, a 30 km do centro de Brasília.

Segundo a revista, funcionários da Casa Civil teriam recebido no ano passado propina pelo contrato emergencial de compra do medicamento Tamiflu, usado para combater a gripe H1N1, entre eles, Vinicius de Oliveira Castro, compadre, apontado como sócio do filho da ex-ministra Erenice Guerra, e ex-assessor da pasta.
Dilma declarou que o Tamiflu é fornecido por um laboratório internacional e a negociação é feita pelo Ministério da Saúde. A Casa Civil não tem atuação nessas negociações, afirmou a candidata. "Não entendo esta reportagem. Se ela for esclarecida, será muito bom para a população."

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