A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu a quota de venda de milho no Ceará para os criadores de gado, ovinos, caprinos, suínos e de aves. A decisão administrativa adotada na semana passada tem por objetivo manter o estoque do produto por mais tempo para atender parcialmente a demanda. De acordo com estimativa do escritório local da Conab, mesmo com a redução da quota, o estoque deve acabar na primeira quinzena de setembro. A decisão, entretanto, trouxe preocupação e dificuldades para os pequenos e médios produtores rurais.
No armazém da Conab em Iguatu estão estocados 412 toneladas de milho e na unidade de Icó, 430 toneladas. Nos últimos dois meses, a demanda triplicou. Não houve praticamente produção do grão por causa da seca que atinge o sertão cearense. A cultura de milho foi a mais atingida de acordo com relatórios de perda de safra das secretarias de agricultura dos municípios. Em média, a frustração da safra chega a 90%.
Além da reduzida safra no período invernoso deste ano, houve um aumento da demanda por milho a partir da abertura de novos cadastros para os pequenos e médios produtores rurais. Esse quadro criou uma situação crítica: reduzido estoque nos armazéns da Conab e aumento da demanda por grãos para alimentar o rebanho e aves nas unidades produtoras da agricultura familiar.
Os produtores tinham direito ao máximo de 13.980 quilos de milho em grão por mês. Essa quantidade varia de acordo com a quantidade de animais de cada criador.
A medida, entretanto, limitou ao teto único de três mil quilos para cada produtor. A saca de 60 quilos é comercializada por R$ 22,14 pela Conab, que atua como regulador de estoque e de preço no mercado. Já na feira, a saca de grãos é vendida por R$ 25,00 e esse preço tende a subir em face da escassez do produto.
No armazém da Conab em Iguatu estão estocados 412 toneladas de milho e na unidade de Icó, 430 toneladas. Nos últimos dois meses, a demanda triplicou. Não houve praticamente produção do grão por causa da seca que atinge o sertão cearense. A cultura de milho foi a mais atingida de acordo com relatórios de perda de safra das secretarias de agricultura dos municípios. Em média, a frustração da safra chega a 90%.
Além da reduzida safra no período invernoso deste ano, houve um aumento da demanda por milho a partir da abertura de novos cadastros para os pequenos e médios produtores rurais. Esse quadro criou uma situação crítica: reduzido estoque nos armazéns da Conab e aumento da demanda por grãos para alimentar o rebanho e aves nas unidades produtoras da agricultura familiar.
Os produtores tinham direito ao máximo de 13.980 quilos de milho em grão por mês. Essa quantidade varia de acordo com a quantidade de animais de cada criador.
A medida, entretanto, limitou ao teto único de três mil quilos para cada produtor. A saca de 60 quilos é comercializada por R$ 22,14 pela Conab, que atua como regulador de estoque e de preço no mercado. Já na feira, a saca de grãos é vendida por R$ 25,00 e esse preço tende a subir em face da escassez do produto.
Diário do Nordeste
Nenhum comentário:
Postar um comentário