Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, Grenal entre amigos do trabalho. Nei recebeu, ajeitou e chutou. E que chute: no ângulo! Os peladeiros que virem o Nei sabem direitinho a sensação que um chute desses dá. Nei, do Inter, no Grenal de Santana do Livramento, é o primeiro bola cheia de julho.
O vencedor em junho foi Ricardo, que fez dois dribles e um chute sem deixar a bola cair. “Eu dei chapéu em um, matei na coxa, ai eu dei outro chapéu, vi a área limpa, chutei no gol e fiz um golaço”, lembra Ricardo. E fez a festa dos amigos em Acopiara, no Ceará.
Agora, protejam as canelas que o bola murcha de junho chegou: Wendel. De onde vem um homem capaz de perder um gol na cara? Vem de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. Onde o Wendel tem boa fama, acredita?
“No jogo passado ele fez cinco gols”, conta Hellen, namorada do Wendel.
“O telefone toca toda hora. Já dei até entrevista na rádio”, diz ele. É dura a vida de um bola murcha.
Mas um gol como nunca se viu. Um frango esquizofrênico. Erivan é o primeiro bola murcha de julho.
G1
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