Com uma quadra chuvosa considerada muito abaixo da média na distribuição dos meses de abril até maio, e uma estimativa de perda que cresce a cada dia que não chove, a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) não pretende ceder às pressões para adiantar a liberação do Garantia Safra, no entanto não nega para até a primeira semana de junho a previsão mais concreta para o decreto de situação de Emergência. Prefeituras municipais e a Ematerce correm contra o tempo para a conclusão do relatório de perdas nas lavouras do Interior, que em alguns casos supera 70%.
Na região Centro-Sul, o índice médio de perda da lavoura de sequeiro (aquela que depende da chuva) varia entre 65% e 70%. Os dados são resultados de levantamentos feitos pelos escritórios da Ematerce, secretarias de Agricultura dos municípios e Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STRS). O quadro é de seca verde e a situação é considerada crítica.
O primeiro plantio feito em fevereiro passado obteve perda total e o segundo entre o fim de março e o início de abril registra frustração parcial, acima de 60%. Na maioria dos municípios, a cultura de milho foi a mais afetada. "A perda do milho é de 70%", disse o secretário de Agricultura de Icó, Mailton Bezerra. "Talvez aproveite 30% do segundo cultivo".
Os municípios estão mobilizados na preparação do Comunicado de Ocorrência de Perdas que será encaminhado para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, visando ao desembolso dos recursos do Garantia Safra. "Em Jucás, a perda é de 70%", disse o secretário de Agricultura, José Teixeira Neto. O chefe do escritório da Ematerce, Edmilson Cavalcante, confirmou esse índice. "Infelizmente o quadro é de seca verde".
O chefe do escritório da Ematerce em Iguatu, Erivaldo Barbosa, disse que, na região, a perda das culturas de milho e feijão varia entre 65% e 70%. "O último relatório registrou perda de 60%", observou. "No município a chuva ficou 12% acima da média, mas foi mal distribuída". Houve veranicos com quase 30 dias em precipitação. No campo, o segundo plantio de milho e feijão está em fase de desenvolvimento, de encher os grãos, mas a falta de chuva afeta a cultura nesse período crítico de desenvolvimento. Só aumentam chances de mais perdas.
O primeiro plantio feito em fevereiro passado obteve perda total e o segundo entre o fim de março e o início de abril registra frustração parcial, acima de 60%. Na maioria dos municípios, a cultura de milho foi a mais afetada. "A perda do milho é de 70%", disse o secretário de Agricultura de Icó, Mailton Bezerra. "Talvez aproveite 30% do segundo cultivo".
Os municípios estão mobilizados na preparação do Comunicado de Ocorrência de Perdas que será encaminhado para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, visando ao desembolso dos recursos do Garantia Safra. "Em Jucás, a perda é de 70%", disse o secretário de Agricultura, José Teixeira Neto. O chefe do escritório da Ematerce, Edmilson Cavalcante, confirmou esse índice. "Infelizmente o quadro é de seca verde".
O chefe do escritório da Ematerce em Iguatu, Erivaldo Barbosa, disse que, na região, a perda das culturas de milho e feijão varia entre 65% e 70%. "O último relatório registrou perda de 60%", observou. "No município a chuva ficou 12% acima da média, mas foi mal distribuída". Houve veranicos com quase 30 dias em precipitação. No campo, o segundo plantio de milho e feijão está em fase de desenvolvimento, de encher os grãos, mas a falta de chuva afeta a cultura nesse período crítico de desenvolvimento. Só aumentam chances de mais perdas.
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