A investigação da Controladoria Geral da União (CGU) sobre possíveis fraudes na aplicação de recursos destinados pelo Ministério do Turismo para organização de festividades nos diversos estados do País, teve início no ano passado e está avançada, atualmente.
A CGU é o órgão de controle interno que atua na fiscalização da boa aplicação de recursos empenhados pela União nos estados e municípios. Cabe a ela fazer o primeiro controle sobre a aplicação do dinheiro público, antes que o Tribunal de contas da União (TCU), que é o órgão de controle externo, faça o seu trabalho.
Recentemente o jornal Folha de S. Paulo veiculou reportagem em que revela a investigação feita pela CGU, em parceira com a Polícia Federal para apurar um suposto esquema de corrupção na aplicação dos recursos públicos por Organizações Não Governamentais (ONG´s) ligadas a diversos parlamentares federais, entre eles dois cearenses: José Airton Cirilo (PT) e Leo Alcântara (PR).
Embora não possa revelar informações sobre as investigações ainda, para não prejudicar seu andamento, a assessoria de comunicação do órgão informa que estão avançadas as investigações iniciadas ainda no ano passado por suspeita de aplicações irregulares de recursos.
Para chegar à suspeita, a CGU analisa, segundo sua assessoria, toda a documentação referente ao convênio, mas também procura ouvir a comunidade nos municípios para onde os recursos foram alocados, assim como artistas e empresários. A CGU checa também os endereços de empresas e ONG´s e analisa a autenticidade de recibos e notas fiscais.
A CGU é o órgão de controle interno que atua na fiscalização da boa aplicação de recursos empenhados pela União nos estados e municípios. Cabe a ela fazer o primeiro controle sobre a aplicação do dinheiro público, antes que o Tribunal de contas da União (TCU), que é o órgão de controle externo, faça o seu trabalho.
Recentemente o jornal Folha de S. Paulo veiculou reportagem em que revela a investigação feita pela CGU, em parceira com a Polícia Federal para apurar um suposto esquema de corrupção na aplicação dos recursos públicos por Organizações Não Governamentais (ONG´s) ligadas a diversos parlamentares federais, entre eles dois cearenses: José Airton Cirilo (PT) e Leo Alcântara (PR).
Embora não possa revelar informações sobre as investigações ainda, para não prejudicar seu andamento, a assessoria de comunicação do órgão informa que estão avançadas as investigações iniciadas ainda no ano passado por suspeita de aplicações irregulares de recursos.
Para chegar à suspeita, a CGU analisa, segundo sua assessoria, toda a documentação referente ao convênio, mas também procura ouvir a comunidade nos municípios para onde os recursos foram alocados, assim como artistas e empresários. A CGU checa também os endereços de empresas e ONG´s e analisa a autenticidade de recibos e notas fiscais.
Gárgula
Outro possível esquema de corrupção que teve agentes públicos do Ceará envolvidos que está sendo investigado pela CGU é a chamada operação Gárgula, da Polícia Federal. Em parceria que envolveu também o Tribunal de Contas da União, os órgãos investigam suposto desvio de dinheiro público em esquema que envolvia empresas e administrações municipais.
Outro possível esquema de corrupção que teve agentes públicos do Ceará envolvidos que está sendo investigado pela CGU é a chamada operação Gárgula, da Polícia Federal. Em parceria que envolveu também o Tribunal de Contas da União, os órgãos investigam suposto desvio de dinheiro público em esquema que envolvia empresas e administrações municipais.
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