A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) defendeu nesta quinta-feira (20) o texto do projeto ficha limpa aprovado pelo Senado que veta candidatura de políticos condenados por colegiado em processos em andamento. Os senadores aprovaram a matéria nesta quarta-feira (19) com modificações que acabaram gerando dúvidas sobre a sua aplicação da lei aos casos anteriores a aprovação da norma.
Ao lado dos senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), relator da matéria no Senado, e do senador Pedro Simon (PMDB-RS), os representantes da igreja apresentaram uma nota assinada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). No texto, o movimento defendeu as modificações realizadas pelos senadores na versão final do projeto. “Não tem, pois, nenhum fundamento os comentários repercutidos pela mídia, de que a referida ‘emenda de redação’ poderia ter alterado o sentido do projeto impedindo a sua aplicação à condenações anteriores à aprovação do Ficha Limpa”, disse a nota.
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