Tempo de recomeçar. Insistir em arar a terra, plantar as sementes e esperar que as chuvas dos últimos dias continuem até maio para que possa colher o milho e o feijão. É isso que está fazendo o agricultor Dorgival Silva, 51, da localidade de Cascudo de Baixo, em Icó, Centro-Sul do Estado, a 375 quilômetros da Capital. Desde os 10 anos trabalhando na agricultura, a mesma profissão dos pais e avós, ele diz que não desiste nunca. “E o que sei fazer e é disso que eu vivo, então crio ânimo novo que vejo a chuva chegando”.
Mais adiante, no distrito de Lima Campos, também em Icó, Jussiê Santos, 50, conduz o arado, puxado por um cavalo, preparando o terreno para o feijão. “Aqui não dá milho. Já tentei, mas não chegou nem a embonecar, ficou seco”, justifica só o roçado de feijão.
Mais adiante, no distrito de Lima Campos, também em Icó, Jussiê Santos, 50, conduz o arado, puxado por um cavalo, preparando o terreno para o feijão. “Aqui não dá milho. Já tentei, mas não chegou nem a embonecar, ficou seco”, justifica só o roçado de feijão.
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