As notícias sobre desmatamento nos fazem pensar em áreas florestais, como Amazônia ou Mata Atlântica. Mas numa região nordestina por excelência, na Caatinga, foram derrubados, entre 2002 e 2008, 16.576 km² de vegetação nativa, a área aproximada de 2.152 campos de futebol. Os dados divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente trazem outra preocupação: é na Bahia (4.527 km²) e no Ceará (4132 km²) onde a Caatinga foi mais devastada.
Os números se tornam mais alarmantes para o Estado quando comparados com os registrados na Bahia. Apesar de o Ceará ter uma área de Caatinga 49% menor, a diferença da extensão desmatada nos dois estados foi de apenas 395 km². Para completar, sete municípios cearenses figuram entre os 20 que mais desmataram: Acopiara (1º), Tauá (2º), Boa Viagem (5º), Crateús (9º), Santa Quitéria (13º), Barro (15º) e Saboeiro (17º).
Para realizar o monitoramento, o Ministério do Meio Ambiente utilizou como referência mapas de cobertura vegetal e imagens de satélite. Antes de serem divulgados, os dados foram discutidos com especialistas em mapeamento da caatinga. A precisão na identificação dos desmatamentos foi de 98,4%.
De acordo com Tereza Farias, presidente do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam) do Estado, desde 2002 o órgão monitora focos de incêndio e calor em municípios do Centro Sul e da região de Inhamuns. De acordo com ela, de 2008 a 2009 foi verificada uma redução dos focos, que passaram de 8.810 para 4.371. ``Em Acopiara, por exemplo, existem três áreas de exploração com planos de manejo. Desde 2002 estamos acompanhando e os focos vem diminuindo``.
Os números se tornam mais alarmantes para o Estado quando comparados com os registrados na Bahia. Apesar de o Ceará ter uma área de Caatinga 49% menor, a diferença da extensão desmatada nos dois estados foi de apenas 395 km². Para completar, sete municípios cearenses figuram entre os 20 que mais desmataram: Acopiara (1º), Tauá (2º), Boa Viagem (5º), Crateús (9º), Santa Quitéria (13º), Barro (15º) e Saboeiro (17º).
Para realizar o monitoramento, o Ministério do Meio Ambiente utilizou como referência mapas de cobertura vegetal e imagens de satélite. Antes de serem divulgados, os dados foram discutidos com especialistas em mapeamento da caatinga. A precisão na identificação dos desmatamentos foi de 98,4%.
De acordo com Tereza Farias, presidente do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam) do Estado, desde 2002 o órgão monitora focos de incêndio e calor em municípios do Centro Sul e da região de Inhamuns. De acordo com ela, de 2008 a 2009 foi verificada uma redução dos focos, que passaram de 8.810 para 4.371. ``Em Acopiara, por exemplo, existem três áreas de exploração com planos de manejo. Desde 2002 estamos acompanhando e os focos vem diminuindo``.
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