O Tribunal Popular do Júri da Comarca de Quixelô (CE), reunido nesta quarta-feira (25\11), sob a presidência do Juiz Luiz Augusto de Vasconcelos, condenou o réu Claudivan Lopes da Silva a doze anos de reclusão, em regime fechado, por ter cometido no último dia 07 de dezembro de 2008, duplo homicídio a tiros de revólver, contra os irmãos Josias Galdino Feitosa e José Galdino Feitosa, que tiveram morte imediata.
O duplo homicídio dos irmãos Galdino gerou grande revolta e repercussão em Quixelô e região Centro-Sul do Estado. O crime ocorreu na comunidade do sítio Botão, zona rural de Quixelô, por motivos banais.
O homicida foi preso em flagrante, à época, logo após os assassinatos. Encontra-se preso há um ano no presídio de Quixelô.
O ministério público foi representado pelo promotor de justiça Antonio Monteiro Maia Júnior, tendo como Assistente de Acusação o advogado Fabrício Moreira da Costa.
A defesa foi patrocinada pelo advogado criminalista Mário da Silva Leal Sobrinho.
Foi aceita apenas uma tese de defesa em relação à vítima Josias Galdino, do crime privilegiado; sendo negada a segunda tese em relação à outra vítima, José Gladino.
A pena definitiva ficou em 12 anos de reclusão.
“A justiça foi feita. Daqui prá frente Deus toma de conta”, desabafou Pedro Feitosa, pai dos irmãos assassinados.
O duplo homicídio dos irmãos Galdino gerou grande revolta e repercussão em Quixelô e região Centro-Sul do Estado. O crime ocorreu na comunidade do sítio Botão, zona rural de Quixelô, por motivos banais.
O homicida foi preso em flagrante, à época, logo após os assassinatos. Encontra-se preso há um ano no presídio de Quixelô.
O ministério público foi representado pelo promotor de justiça Antonio Monteiro Maia Júnior, tendo como Assistente de Acusação o advogado Fabrício Moreira da Costa.
A defesa foi patrocinada pelo advogado criminalista Mário da Silva Leal Sobrinho.
Foi aceita apenas uma tese de defesa em relação à vítima Josias Galdino, do crime privilegiado; sendo negada a segunda tese em relação à outra vítima, José Gladino.
A pena definitiva ficou em 12 anos de reclusão.
“A justiça foi feita. Daqui prá frente Deus toma de conta”, desabafou Pedro Feitosa, pai dos irmãos assassinados.
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