Maçons de várias cidades do Estado estiveram reunidos, na última quinta-feira, para celebrar os 150 anos de fundação da entidade no Ceará. O encontro aconteceu na Câmara de Vereadores de Redenção e o espaço ficou pequeno, diante da quantidade de participantes. A escolha da cidade de Redenção, para sediar o encontro, foi motivada por ter sido a primeira vila do Brasil, na época, a abolir a escravidão.
No entanto, a programação em alusão aos 150 anos da Maçonaria no Estado do Ceará continua até o fim do ano. A programação inclui outra sessão solene na Câmara de Vereadores de Aracati no próximo dia 25 de outubro, homenagem também pela Câmara de Fortaleza, em novembro, e homenagens às personalidades que contribuíram nos trabalhos da Maçonaria, como também o lançamento de "Antologia sobre a História da Maçonaria no Estado" e do selo comemorativo aos 150 anos. De acordo com o grão-mestre do Grande Oriente da Confederação Maçônica do Brasil (Comab) no Ceará, Raimundo Josemildo Pinheiro do Nascimento, as comemorações no Estado não ressaltam apenas a história da entidades, mas a importância da Maçonaria e os trabalhos realizadas durante esses 150 anos no Ceará.
"As pessoas pensam que a Maçonaria é uma entidade secreta. Mas não é isso. Nós somos discretos", avalia. Nos 150 anos da entidade, Josemildo lembra que a entidade mantém projetos importantes, como as campanhas para doação de sangue, conscientização para realização de exames de próstata no Interior do Estado, e atendimento a creches em várias cidades do Ceará. "A comemoração representa os maiores movimentos nacionais da Maçonaria. Lutamos para que cada um tenha direito a uma moradia digna. Tudo isso é um trabalho que a Maçonaria se preocupa, sem a política partidária", diz.
Além disso, Josemildo Pinheiro lembra que a entidade está também preocupada com os ensinamentos éticos e morais dos integrantes. E, para simbolizar o marco histórico da Maçonaria no Estado, os integrantes da entidade poderão relembrar os 150 anos da chegada da Maçonaria na Praça Central de Redenção, onde foi inaugurado um símbolo em alusão a cada participantes que integra, atualmente, à Maçonaria.
Como parte das comemorações, foi aberta uma exposição sobre a "Maçonaria no Ceará no Século XIX e início do século XX" e o lançamento do livro "Intrépidos Romeiros do Progresso: maçons cearenses no Império", de autoria de Berenice Abreu de Castro Neves.
As primeiras manifestações maçônicas no Estado do Ceará culminou com a Confederação do Equador e o sacrifício de alguns maçons, inclusive Padre Mororó. A primeira Loja Maçônica foi instalada foi a Fraternidade Cearense 136, em 1856.
No entanto, a programação em alusão aos 150 anos da Maçonaria no Estado do Ceará continua até o fim do ano. A programação inclui outra sessão solene na Câmara de Vereadores de Aracati no próximo dia 25 de outubro, homenagem também pela Câmara de Fortaleza, em novembro, e homenagens às personalidades que contribuíram nos trabalhos da Maçonaria, como também o lançamento de "Antologia sobre a História da Maçonaria no Estado" e do selo comemorativo aos 150 anos. De acordo com o grão-mestre do Grande Oriente da Confederação Maçônica do Brasil (Comab) no Ceará, Raimundo Josemildo Pinheiro do Nascimento, as comemorações no Estado não ressaltam apenas a história da entidades, mas a importância da Maçonaria e os trabalhos realizadas durante esses 150 anos no Ceará.
"As pessoas pensam que a Maçonaria é uma entidade secreta. Mas não é isso. Nós somos discretos", avalia. Nos 150 anos da entidade, Josemildo lembra que a entidade mantém projetos importantes, como as campanhas para doação de sangue, conscientização para realização de exames de próstata no Interior do Estado, e atendimento a creches em várias cidades do Ceará. "A comemoração representa os maiores movimentos nacionais da Maçonaria. Lutamos para que cada um tenha direito a uma moradia digna. Tudo isso é um trabalho que a Maçonaria se preocupa, sem a política partidária", diz.
Além disso, Josemildo Pinheiro lembra que a entidade está também preocupada com os ensinamentos éticos e morais dos integrantes. E, para simbolizar o marco histórico da Maçonaria no Estado, os integrantes da entidade poderão relembrar os 150 anos da chegada da Maçonaria na Praça Central de Redenção, onde foi inaugurado um símbolo em alusão a cada participantes que integra, atualmente, à Maçonaria.
Como parte das comemorações, foi aberta uma exposição sobre a "Maçonaria no Ceará no Século XIX e início do século XX" e o lançamento do livro "Intrépidos Romeiros do Progresso: maçons cearenses no Império", de autoria de Berenice Abreu de Castro Neves.
As primeiras manifestações maçônicas no Estado do Ceará culminou com a Confederação do Equador e o sacrifício de alguns maçons, inclusive Padre Mororó. A primeira Loja Maçônica foi instalada foi a Fraternidade Cearense 136, em 1856.
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