Michael Jackson morreu devido a uma dose letal do anestésico propofol misturada com outros remédios, afirmam documentos policiais que vazaram hoje à imprensa e foram citados pelo jornal "Los Angeles Times".
Na ordem de revista emitida para investigar várias propriedades em Houston supostamente relacionadas com a morte do cantor foi mencionada que na perícia legista realizada pelas autoridades de Los Angeles foram encontrados níveis excessivos de propofol no sangue do artista.
Esta é a primeira informação que vem a público sobre os resultados dos testes oficiais da autópsia do "rei do pop".
O relatório policial informou que Murray tinha admitido nos interrogatórios feitos pelos agentes de Los Angeles que estivera tratando Michael Jackson de insônia durante as seis semanas que precederam a morte do cantor e, para isso, tinha usado diferentes remédios.
Na ordem de revista emitida para investigar várias propriedades em Houston supostamente relacionadas com a morte do cantor foi mencionada que na perícia legista realizada pelas autoridades de Los Angeles foram encontrados níveis excessivos de propofol no sangue do artista.
Esta é a primeira informação que vem a público sobre os resultados dos testes oficiais da autópsia do "rei do pop".
O relatório policial informou que Murray tinha admitido nos interrogatórios feitos pelos agentes de Los Angeles que estivera tratando Michael Jackson de insônia durante as seis semanas que precederam a morte do cantor e, para isso, tinha usado diferentes remédios.
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