Em depoimento prestado ao Ministério Público, ele negou as acusações de que seria um "laranja" de uma empresa fantasma até ver fotos que comprovavam a fraude. Ele acabou confessando que, em janeiro deste ano, foi procurado pelo ex-patrão, que lhe ofereceu um aumento de salário: R$ 650 para abrir a empresa em seu nome. O rapaz disse ainda que não teve acesso às contas da empresa. Só sabe que o açúcar vinha de Goiás e era repassado diretamente para os compradores.
O Ministério Público continua investigando o número de envolvidos na fraude. Serão ouvidos empresários, contadores e funcionários de cerca de dez empresas cearenses. A suspeita é de que uma quadrilha de sonegadores esteja agindo no estado. A pena para este tipo de crime varia de 2 a 5 anos de prisão.
O Globo
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