Proprietários de topiques da Cooperativa do Centro-Sul (Cooprecensul) estão preocupados porque ficaram sem participar da primeira fase do processo licitatório realizado pela Comissão Central de Licitação, da Procuradoria Geral do Estado, que tem por objetivo regularizar o transporte regular feito por ônibus e o complementar realizado por vans entre as cidades do Interior e a Capital.De acordo com os topiqueiros, a advogada contratada pela Cooprecensul, Silvanês Pires de Souza, não compareceu ao local para a entrega das propostas técnicas e de preço. “Não nos habilitamos porque as propostas não foram entregues”, contou o presidente da Cooprecensul, Francisco Gomes Ferreira, mais conhecido por Dadá. O incidente prejudicou pelo menos 96 profissionais da região Centro-Sul, mas há informação de que outras cinco cooperativas também teriam ficado de fora da habilitação técnica.
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