A crueldade é uma das palavras que podem definir o assassinato de um conhecido mendigo que dormia em frente a agência centro do Banco do Brasil de Juazeiro do Norte. Talvez seu nome seja Geraldo Siqueira Alves, pois nem ele próprio sabia dizer ao certo. Por volta da meia noite, na calçada do BB na Rua São Francisco, ele foi morto com uma pedra retirada da tampa de um buraco no jardim da agência. O assassino esperou "Geraldo Doido" dormir e quando ele estava completamente coberto, apanhou a pedra subiu a escada e esmagou parte do seu rosto com a mesma. Provavelmente a vítima tenha sofrido um traumatismo craniano.
O vigilante do Banco do Brasil chamou a polícia e disse que viu apenas, através da câmera de filmagem a qual fica em frente à agência, que o mendigo estava deitado na calçada enrolado com um lençol e havia muito sangue. Comandada pelo Cabo PM Ângelo, uma viatura esteve no local e já encontrou o corpo sem vida e, ao lado, a tampa de esgoto usada para matá-lo.
O perito Antonio Pequeno esteve no local e constatou o "esfacelamento craniano" da vítima. O rabecão também foi acionado para conduzir o corpo até o Instituto Médico Legal (IML), a fim de ser necropsiado.
De dentro da agência, o vigilante disse por telefone que teria visto outro mendigo conversando com a vítima alguns momentos antes de ter sido morta. Até o momento, a polícia não tem pistas do assassino e já requisitou a filmagem da movimentação em frente ao banco, mas há uma informação extraoficial de que está bastante escura.
Miséria
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