Os municípios de Acopiara, Quixadá e Ipu tem populações na casa dos milhares de habitantes, mas as associações de filhos e amigos dessas cidades só reúnem centenas de colaboradores. A minoria que se engaja nessas atividades reforça o fenômeno da “solidariedade horizontal”, segundo o sociólogo e professor da Universidade de Fortaleza (Unifor), Daniel Pinheiro. O estudioso planeja pesquisa para relacionar solidariedade horizontal, crenças e práticas religiosas, negócios, e estratégias de gestão de empresa, dando especial atenção ao fenômeno das associações de filhos e amigos.Conforme analisa Pinheiro, “Fortaleza é uma cidade de migrantes vindos de todo o Sertão”. Esse crescimento da cidade paralelo ao fluxo migratório pode ser comprovado, por exemplo, na análise do crescimento populacional. Em 1900, Fortaleza tinha 48.369 habitantes. Em 1950, já eram 270.169 moradores. Em meados de 1970, “todo fortalezense era filho de um sertanejo”, generaliza o professor.Leia mais:
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